🚨NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA: Agentes da Patrulha de Fronteira são apanhados em vídeo a parar e ameaçar ilegalmente um cidadão dos EUA numa estação de serviço, sem qualquer base legal. No vídeo, um agente da Patrulha de Fronteira aproxima-se de um homem que está simplesmente a abastecer um veículo não identificado e imediatamente exige: “Deixe-me ver a sua identificação.” O homem responde corretamente: “Não tenho que a mostrar a você.” Em vez de declarar qualquer razão legal para a paragem, o agente intensifica a situação e pergunta: “Como posso saber que você é um cidadão dos EUA?” Essa pergunta por si só expõe a violação. O homem está vestido normalmente, não está a cometer nenhum crime, não está a cruzar uma fronteira, não está a conduzir e não é suspeito de nada. Não há paragem de trânsito, não há suspeita razoável, não há causa provável e não há autoridade legal para exigir prova de cidadania neste contexto. Portanto, o que o agente está realmente a dizer é isto: Se você não parece branco o suficiente, deve provar que pertence. Isso é perfilamento racial. É inconstitucional. E é ilegal. O agente então emite uma ameaça: “Isto pode ir por dois caminhos. Posso levá-lo, ou você me mostra a sua identificação.” Isso não é uma escolha, é coerção. Perante a ameaça de detenção ilegal, o homem é forçado a entregar a sua identificação, renunciando aos seus direitos sob coação. É exatamente assim que os direitos constitucionais são retirados, não pela lei, mas pela intimidação. Se a Patrulha de Fronteira pode exigir “prova de cidadania” de americanos numa estação de serviço sem causa, então os direitos de ninguém estão seguros.