Meu apelo ao tribunal: não façam o país esperar anos de mais litígios para resolver uma questão legal tão óbvia como a implícita neste caso. Não se limitem a concluir que não viola a proteção igual manter rapazes fora dos esportes femininos, mas que permitir rapazes nos esportes femininos o faz. Concluam que não é apenas permissível que algumas escolas removam homens identificados como trans dos esportes femininos, mas que todas as escolas devem fazê-lo.