A divisão regional não é uma métrica de vaidade. Ela mostra onde os pedidos estão realmente sendo atendidos, não apenas onde os usuários estão localizados. Quando a inferência é distribuída, as cargas de trabalho são direcionadas para o computação disponível mais próxima, não forçadas através de uma única região ou datacenter. Isso tem implicações reais: > Menor latência para os usuários finais > Menos saltos entre continentes > Congestionamento reduzido durante picos > Melhor confiabilidade quando regiões enfrentam problemas Uma presença globalmente distribuída significa que a rede não depende de nenhuma geografia única para funcionar. Os pedidos continuam fluindo mesmo quando as condições mudam. É assim que o "global" se parece na prática... não um mapa de usuários, mas um mapa de execução.