Acabei de ter uma breve conversa com o Corpo Médico da IDF. Estou impressionado. Eles estão *anos-luz* à frente do Exército Britânico. 600 soldados da IDF estão vivos hoje, feridos em Gaza e que teriam morrido em conflitos anteriores, devido a mudanças revolucionárias nos sistemas de cuidados médicos na linha de frente. É de ficar pasmo que haja generais britânicos reformados a recomendar que não trabalhemos com a IDF. Aprender com a IDF vai literalmente manter nossas tropas vivas em futuros conflitos.