O crescimento nas Américas está a desmoronar-se, não a acelerar. A recuperação da Argentina está a desvanecer-se. Os EUA continuam presos numa faixa. Apenas mercados selecionados como a Colômbia e o México estão a melhorar. Em 2026, os retornos chave virão de apostas específicas em países, não de uma exposição regional ampla.