Uma universidade feminina japonesa convidou recentemente um ativista trans-identificado para dar uma palestra a jovens estudantes sobre "inclusividade" antes de uma proposta de política que permitiria a homens com documentos de identidade alterados se inscreverem. O ativista Kurobe Misaki disse às estudantes da Universidade Feminina de Fukuoka: "Eu sou mulher desde o dia em que nasci. Não é que eu queira me tornar uma mulher -- é a sensação de retornar a um corpo feminino através da cirurgia." Algumas mulheres expressaram preocupações de que as estudantes possam ser obrigadas a compartilhar um quarto em dormitório com um "homem biológico", citando uma política que exige que todos os estudantes do primeiro ano vivam em dormitórios. A professora de direito internacional Tomoko Fukamachi, que presidiu o comitê, descartou as críticas como "ansiedades... baseadas em mal-entendidos," e insinuou que aqueles que compartilham a opinião de que homens não são mulheres eram ignorantes e alinhados com os apoiadores de Donald Trump.