A história moderna ensina que as Cruzadas foram uma agressão colonial não provocada. Isso é falso; é uma revisão histórica feita por lunáticos. Em 1095, exércitos islâmicos haviam conquistado dois terços do mundo cristão (incluindo o Egito, a Síria e a Ibéria) e estavam massacrando peregrinos em Jerusalém. O Imperador Bizantino implorou ao Papa por ajuda. O Papa Urbano II não convocou uma guerra de conquista; ele convocou uma guerra defensiva, uma Guerra Santa, uma Guerra Justa. Foi uma guerra de reconquista de terras cristãs invadidas por um exército que via os cristãos como inferiores. Quando os cavaleiros gritaram "Deus Vult" (Deus Quer), marcharam para o deserto para salvar seus irmãos e irmãs oprimidos em Cristo e restaurar sua liberdade.