Na correnteza vejo os seres, nos seres vejo a mim. Compreendi a vacuidade: a correnteza é impermanente, os seres assim são, então eu também sou livre. Na verdade, não há como. Compreendi a forma: a correnteza flui como sempre, os seres pensam como sempre, então eu brinco no mundo. Na verdade, não há vacuidade. Compreendi que a forma é vacuidade, então retorno ao reino dos humanos. Assim falou Siddhartha.