Baal, este é um deus com uma longa história. É uma crença dos fenícios, e Cartago acreditava nisso. Antes do surgimento do judaísmo, muitos semitas acreditavam neste deus. Cartago realmente praticava sacrifícios de crianças. A "Bibliotheca Historica" registrou uma das descrições mais detalhadas de sacrifícios de crianças. A ideia é: quando a cidade enfrentava uma crise, os cartagineses ofereciam crianças nobres ao deus Baal Hammon. As crianças eram colocadas nos braços de bronze que se estendiam da estátua, e depois deslizavam para o fogo. Ele também afirma que em uma ocasião o número de sacrifícios chegou a 200 crianças. No entanto, descobertas arqueológicas na área de culto de Tophet, como na região da Tunísia (Cartago), encontraram uma grande quantidade de urnas funerárias, chegando a 20.000. A imagem é uma estela de dedicação. Registra um sacrifício feito por um homem chamado Aníbal. "Aníbal, filho de Abde-Eshmon, dedicou à deusa Tanit e ao deus Baal-Hammon." O texto acima está em escrita fenícia. Claro que há controvérsias, dizendo que isso é uma difamação romana.