Tem sido um percurso de 40 anos de previsões falhadas. Se a Crise Climática fosse um produto comercial, teria sido recallado por publicidade enganosa há décadas. Este desastre econômico emergente depende de uma emergência Código Vermelho que simplesmente não chegou. Certamente, a métrica mais importante para qualquer ciência é a precisão dos seus prazos. As promessas quebradas: 1989 (ONU): Previu que as Maldivas estariam submersas até 2000. Hoje, a área terrestre das Maldivas realmente se expandiu através de acréscimo natural e recuperação. 2009 (Al Gore): Previu verões sem gelo no Ártico até 2014. Em 2026, o gelo permanece resiliente. 2019 (António Guterres): Afirmou que Tuvalu estava afundando na linha de frente de uma emergência. Estudos científicos mostram que a área terrestre de Tuvalu aumentou em quase 3%. Os marcos estão sempre a mudar porque o Cortejo Climático está ancorado em políticas e finanças, não na realidade atmosférica. Quando um prazo de 2014 falha, é redefinido para 2030. Quando 2030 falha, passa para 2050. É um jogo fácil de azar quando se está a jogar com o dinheiro dos outros. A verdadeira crise não é o clima; é a superexposição institucional e uma enorme violação da confiança pública.