A PRESSÃO DO PETRÓLEO ESTÁ DIRECIONADA PARA A CHINA Há uma camada macroeconómica maior a formar-se por trás das manchetes sobre o Irão. A China importa cerca de 1,4 milhões de barris/dia do Irão, e mais de 5 milhões de barris/dia do seu petróleo bruto flui através do Estreito de Ormuz -- o mesmo corredor que transporta cerca de 20% do fornecimento global de petróleo. Esse é o ponto de pressão. Com o Irão a ameaçar o transporte no estreito e os fluxos venezuelanos já limitados, o risco não é apenas a instabilidade regional. É uma potencial pressão energética que atinge desproporcionalmente a pilha de importações da China. Se os fluxos de Ormuz enfrentarem uma verdadeira interrupção, o impacto macroeconómico pode escalar rapidamente -- e a volatilidade energética tende a transbordar para tudo o mais. Este é um vetor de risco que o mercado está apenas começando a precificar.