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Angelica 🌐⚛️🇹🇼🇨🇳🇺🇸
Garota Maníaca do Esquema Nuclear. Cosmopolita sem raízes. Observando a China de Taipei. Taiwan faz parte da Sinosfera.
VÍDEO DE TAIPOLOGIA FRESCA: "Eles são poderosos, mas são poderosos por cerca de três horas." <== o veterano jornalista brasileiro @nelson_de_sa com um lembrete de que não podemos subestimar o poder americano, mas historicamente eles não tiveram resistência. Não sem incorrer em grandes perdas em sangue e tesouros.
Sim, todos os países latino-americanos são vulneráveis à Doutrina Donroe. Mas uma coisa é capturar um líder de uma só vez, outra é alterar a relação econômica de todo um hemisfério com a China. "Até mesmo os líderes pró-americanos de direita acabam negociando com a China porque é aí que está o dinheiro." Nem mesmo Bolsenaro foi exceção.
A natureza complementar da economia da América do Sul com a China é bem notada. Embora as terras raras geralmente sejam citadas como o fator decisivo em termos da vitória da China na Guerra Tarifária contra os EUA, a humilde soja foi outra alavanca poderosa. Como Brasil e Argentina podem vender à China toda a soja que a China precisa, a China pode, de fato, ameaçar as vendas de soja americanas.
Se é que há algo, diz Nelson, a maior barreira para relações mais próximas com a China é a recusa chinesa em abrir mercados para produtos manufaturados brasileiros. "Queremos vender aviões para eles, mas eles não nos aceitam como fabricantes. Eles só querem comprar coisas que saem da terra."
Os relacionamentos ficaram tão frios em um momento que o Brasil realmente RECUSOU os pandas. "Sim, fomos corajosos nessa."
Como prêmio de consolação, o Brasil está recebendo plantas como BYD, onde pode fabricar veículos elétricos para vender para a Europa. "É tudo sobre empregos. Você não cria muitos empregos vendendo soja e minérios."
A China "não será a salvadora" quando se trata de países latino-americanos. Além de não ser uma opção se envolver militarmente, Nelson acredita que a China nem vai usar alavancas comerciais para ajudar aliados. "Por que fariam isso?"
Quando se trata de sua cobertura, Nelson diz que os brasileiros não se cansam do progresso técnico da China. "Todo mundo quer ver mais da China mágica. E dizem que nenhum outro país pode copiá-los, mas todos nós nos perguntamos se há aspectos dos quais podemos aprender."
Link para o vídeo nas respostas:

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« A China, é claro, não quer o papel de hegemon, mas talvez o comportamento dos EUA deixará pouca escolha a não ser assumir esse papel em maior ou menor grau.»
Idealmente, não seria apenas a China, mas uma força internacional. Mas a Europa, por exemplo, está apenas cutucando o nariz e esperando a América voltar ao normal.

Chamberlain's Ghost4 horas atrás
I guess we've all seen the video where JD Vance says that Venezuela will be forced to serve US national interests.
No doubt, what the US believes should apply to Venezuela, the US also believes should apply generally to others in its region and probably also it's various allies and partners too.
It is not all that different to what the true intent has been in the past but now there is no veil over matters and of course now there is a predisposition to using bare knuckles instead of the old soft power principle.
But the world is not what is was a century and more ago and people everywhere think and behave differently.
In the end this Trump administration will also pass into history and what is ultimately going to emerge is a far diminished United States. The nett effect is that the global south will look ever more to China for leadership and support.
China of course does not want the role of hegemon but just possibly US behaviour is going to leave it with little choice but to assume that role to some greater or lesser degree. As with the US, it will be both blessing and curse but just possibly a millennium and a half of Confuciam thinking may enable China to be wiser in its new role than its predecessor was.
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